Imposto vigora desde janeiro no bloco e afeta companhias de qualquer país
O dispositivo da União Europeia
que cobra das companhias aéreas taxa pela emissão de carbono é um
obstáculo que pode romper as negociações sobre mudança climática,
afirmou nesta quarta-feira (11) o ministro do Meio Ambiente da Índia,
Jayanthi Natarajan.
“Preciso me levantar e dizer, em nome do ministério do Meio Ambiente que sim, a medida unilateral da UE rompe as conversas”, explicou.
A normativa europeia que entrou em vigor em 1º de janeiro obriga as empresas, de qualquer nacionalidade, que operam no bloco de países a comprar o equivalente a 15% de suas emissões de carbono, cerca de 32 toneladas, para combater o aquecimento global.
Esta legislação gerou diversos protestos. Dos 36 membros da Organização da Aviação Civil Internacional (OACI), 26 se opõe à nova regra. China, Estados Unidos e Rússia analisam proibir suas companhias de pagar esta taxa.
Denúncia
No mês passado, em carta dirigida aos chefes de governo francês, alemão, britânico e espanhol, a Airbus e seis companhias aéreas europeias se associaram para denunciar a taxa.
Fazem parte do grupo as empresas British Airways, Virgin Atlantic, Lufthansa, Air France, Air Berlin e Iberia, que afirmam na correspondência que querem "alertar" os dirigentes "para as consequências econômicas" desta taxa, que representa uma ameaça "inadmissível" para seu setor de atividade.






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