Com uma proporção de três médicos no serviço
público para cada grupo de 1.000 habitantes, o Rio Grande do Norte ocupa
a segunda posição no Nordeste e chega perto da média nacional, de 3,1. O
Estado se destaca ainda na taxa de frequência líquida de 90,4% e no
ensino fundamental, 63,3% dos professores tem formação superior. É o
que mostra o estudo "Presença do Estado no Brasil: Federação, suas
Unidades e Municipalidades", divulgado ontem pelo Instituto de Pesquisa
Econômica Aplicada (Ipea).
De acordo com o estudo, o Norte e o Nordeste têm menos profissionais de saúde qualificados e menos médicos por mil habitantes que a média brasileira, que é de 3,1. No Norte, esse número é de 1,9 e no Nordeste, de 2,4, enquanto o Sul e o Sudeste têm igualmente 3,7 médicos por mil habitantes. O Centro-Oeste tem 2,9 médicos por mil habitantes.
Os temas abordados contemplam as áreas de saúde, educação, cultura, assistência social, trabalho, segurança pública, transportes e instituições financeiras públicas. Os dados referem-se ao último ano disponibilizado e tratam em sua maioria de registros administrativos coletados junto aos ministérios, às autarquias e aos institutos de pesquisa. Este documento mantém-se no nível da unidade da Federação (UF), mas há dados analisados por município, que serão disponibilizados no site do Ipea posteriormente.
De acordo com o presidente do Ipea, Márcio Pochmann, a desigualdade na saúde ocorre porque os equipamentos e a presença dos profissionais é diferenciada.
A pesquisa também analisou a presença dos bancos públicos nas regiões. Quando se fala em número de agências bancárias por mil habitantes o resultado é que há 5,3 agências no Sul, 3,9 no Centro-Oeste, 3,7 no Sudeste, 2,8 no Nordeste, e 2,6 no Norte. Quanto à cobertura bancária é medida por número de cidades em cada região, o Centro-Oeste tem a maior cobertura com 66% dos municípios atendidos, o Sudeste tem 60,2%, o Sul 56,8%, o Nordeste 39,4% e o Norte 38,3%.
O estudo mostra ainda a presença de bibliotecas em 150 municípios do Rio Grande do Norte, museus em 24, teatro ou casa de espetáculo em 17, provedores de internet em 58 e estádio de futebol ou ginásio poliesportivo em 154 cidades.
De acordo com o estudo, o Norte e o Nordeste têm menos profissionais de saúde qualificados e menos médicos por mil habitantes que a média brasileira, que é de 3,1. No Norte, esse número é de 1,9 e no Nordeste, de 2,4, enquanto o Sul e o Sudeste têm igualmente 3,7 médicos por mil habitantes. O Centro-Oeste tem 2,9 médicos por mil habitantes.
Os temas abordados contemplam as áreas de saúde, educação, cultura, assistência social, trabalho, segurança pública, transportes e instituições financeiras públicas. Os dados referem-se ao último ano disponibilizado e tratam em sua maioria de registros administrativos coletados junto aos ministérios, às autarquias e aos institutos de pesquisa. Este documento mantém-se no nível da unidade da Federação (UF), mas há dados analisados por município, que serão disponibilizados no site do Ipea posteriormente.
De acordo com o presidente do Ipea, Márcio Pochmann, a desigualdade na saúde ocorre porque os equipamentos e a presença dos profissionais é diferenciada.
A pesquisa também analisou a presença dos bancos públicos nas regiões. Quando se fala em número de agências bancárias por mil habitantes o resultado é que há 5,3 agências no Sul, 3,9 no Centro-Oeste, 3,7 no Sudeste, 2,8 no Nordeste, e 2,6 no Norte. Quanto à cobertura bancária é medida por número de cidades em cada região, o Centro-Oeste tem a maior cobertura com 66% dos municípios atendidos, o Sudeste tem 60,2%, o Sul 56,8%, o Nordeste 39,4% e o Norte 38,3%.
O estudo mostra ainda a presença de bibliotecas em 150 municípios do Rio Grande do Norte, museus em 24, teatro ou casa de espetáculo em 17, provedores de internet em 58 e estádio de futebol ou ginásio poliesportivo em 154 cidades.
Portal MGR, 11 de Janeiro de 2012
Por: Gilberto Silva - Informações: Blog do JP.
Por: Gilberto Silva - Informações: Blog do JP.





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