Uma situação tem preocupado o desembargador
Cláudio Santos, corregedor geral de Justiça no estado: o Rio Grande do
Norte é uma das sete unidades da federação que não conta com o mínimo de
estrutura de assistência médica para o sistema penitenciário. Diante
disso, a Corregedoria de Justiça e o Ministério Público Estadual tem
reunido esforços para contornar a deficiência. Parcerias com a
Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), prefeituras e
instituições privadas têm promovido ações pontuais em algumas das
unidades prisionais do estado. A Justiça e o MPE trabalham agora para
que a Secretaria Estadual de Justiça e Cidadania (Sejuc) e a Secretaria
Estadual de Saúde Pública (Sesap) estabeleçam equipes para dar
continuidade e ampliarem tais medidas.
Cláudio Santos ressalta que a estrutura mínima a que ele se refere são consultórios médicos instalados nas unidades prisionais que possam atender prontamente a população carcerária potiguar, que hoje é de 5.727 detentos. "O que temos é um Hospital de Custódia que atende somente os casos mais graves e com uma estrutura bastante precária", acrescenta.
Uma reunião para tratar desse assunto foi promovida na sede da Corregedoria de Justiça, em Lagoa Nova ontem pela manhã. Nela, algumas iniciativas para contornar o problema foram expostas, como por exemplo, a parceria com a UFRN, que tem feito atendimentos à detentas na ala feminina do Complexo Penal João Chaves. Equipes com pediatras e obstetras têm acompanhado apenadas grávidas ou com bebês recém-nascidos, assim como feito exames de prevenção ao câncer de mama.
Outra iniciativa que tem ajudado a minimizar a questão é a assistência dada pela prefeitura de Parnamirim junto ao presídio da cidade, que conta com uma equipe completa atendendo na unidade prisional. Já em Natal, detentas da João Chaves também recebem apoio do posto base de saúde da família do Panatis.
A diretora do Hospital de Custódia da Sejuc, Nayran Andrade, afirma que o Estado tem conseguido estabelecer o mínimo de estrutura para dar atendimento de saúde aos apenados. Segundo ela, nos últimos seis meses em que se discute a questão, já foram criadas uma enfermaria e um consultório odontológico no Presídio Provisório Raimundo Nonato, em Natal, bem como instalado um outro de pediatria na João Chaves.
Cláudio Santos ressalta que a estrutura mínima a que ele se refere são consultórios médicos instalados nas unidades prisionais que possam atender prontamente a população carcerária potiguar, que hoje é de 5.727 detentos. "O que temos é um Hospital de Custódia que atende somente os casos mais graves e com uma estrutura bastante precária", acrescenta.
Uma reunião para tratar desse assunto foi promovida na sede da Corregedoria de Justiça, em Lagoa Nova ontem pela manhã. Nela, algumas iniciativas para contornar o problema foram expostas, como por exemplo, a parceria com a UFRN, que tem feito atendimentos à detentas na ala feminina do Complexo Penal João Chaves. Equipes com pediatras e obstetras têm acompanhado apenadas grávidas ou com bebês recém-nascidos, assim como feito exames de prevenção ao câncer de mama.
Outra iniciativa que tem ajudado a minimizar a questão é a assistência dada pela prefeitura de Parnamirim junto ao presídio da cidade, que conta com uma equipe completa atendendo na unidade prisional. Já em Natal, detentas da João Chaves também recebem apoio do posto base de saúde da família do Panatis.
A diretora do Hospital de Custódia da Sejuc, Nayran Andrade, afirma que o Estado tem conseguido estabelecer o mínimo de estrutura para dar atendimento de saúde aos apenados. Segundo ela, nos últimos seis meses em que se discute a questão, já foram criadas uma enfermaria e um consultório odontológico no Presídio Provisório Raimundo Nonato, em Natal, bem como instalado um outro de pediatria na João Chaves.
Portal MGR, 11 de Janeiro de 2012
Por: Gilberto Silva - Informações: Blog do JP.
Por: Gilberto Silva - Informações: Blog do JP.





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