A Comissão de Desenvolvimento Econômico, presidida pelo deputado federal
João Maia (foto), realizou nesta quarta-feira (30) mais uma reunião
ordinária semanal e um dos projetos que levantou maior polêmica foi o
que tratava da proibição do envasamento de bebidas em embalagens PET.
Depois de ouvir os membros da comissão e os argumentos dos consultores,
as entidades de classe e os atores envolvidos no processo, o deputado
João Maia fez questão de deixar consignado.
“Esta é uma casa que busca o consenso até que se esgotem todas as argumentações nesse sentido e que tem a responsabilidade de tratar das questões de mérito que envolve o desenvolvimento econômico e social sustentável do país”. O projeto de lei agora será avaliado pela Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável e depois para Comissão de Justiça, para só depois ser avaliado pelo Senado.
“Depois de ouvir os membros da comissão, os consultores, as entidades de classe e os atores envolvidos no processo, revi meu voto como relator do projeto de lei que proibia o envasamento de bebidas alcoólicas e não alcoólicas em embalagens PET. Hoje, tratamos de crescimento industrial e meio ambiente e tentar proibir o uso do PET, seria economicamente ineficiente ou até mesmo inviável, como forma de proteger os interesses dos brasileiros, por isso no meu relatório optei pela rejeição de todos os projetos direcionados nesse sentido. Acreditamos que, com o incremento gradual da reciclagem, que considere as adaptações e mudanças necessárias para sua consecução, encontrar-se-á um equilíbrio favorável ao meio ambiente, à indústria e aos consumidores”, destacou João Maia.
“Esta é uma casa que busca o consenso até que se esgotem todas as argumentações nesse sentido e que tem a responsabilidade de tratar das questões de mérito que envolve o desenvolvimento econômico e social sustentável do país”. O projeto de lei agora será avaliado pela Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável e depois para Comissão de Justiça, para só depois ser avaliado pelo Senado.
“Depois de ouvir os membros da comissão, os consultores, as entidades de classe e os atores envolvidos no processo, revi meu voto como relator do projeto de lei que proibia o envasamento de bebidas alcoólicas e não alcoólicas em embalagens PET. Hoje, tratamos de crescimento industrial e meio ambiente e tentar proibir o uso do PET, seria economicamente ineficiente ou até mesmo inviável, como forma de proteger os interesses dos brasileiros, por isso no meu relatório optei pela rejeição de todos os projetos direcionados nesse sentido. Acreditamos que, com o incremento gradual da reciclagem, que considere as adaptações e mudanças necessárias para sua consecução, encontrar-se-á um equilíbrio favorável ao meio ambiente, à indústria e aos consumidores”, destacou João Maia.
Portal MGR, 01 de Dezembro de 2011
Por: Gilberto Silva - Informações: Blog do JP.
Por: Gilberto Silva - Informações: Blog do JP.






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