O governo anunciou a minuta dos editais de
concessão (privatização) dos aeroportos internacionais de Brasília, de
Viracopos, em Campinas, e de Guarulhos, em São Paulo. Os documentos
serão publicados em edição extra do Diário Oficial da União e seguirão para consulta pública por 30 dias.
O prazo de cada concessão e o preço mínimo para o leilão dos três aeroportos só serão divulgados na segunda semana de outubro, de acordo com o ministro da Secretaria Nacional de Aviação Civil, Wagner Bittencourt. “Vai ser alguma coisa entre 20 e 30 anos”, adiantou o ministro. A data do leilão, que estava marcada para 22 de dezembro, pode mudar. “Nossa ideia é publicar o edital final em novembro. Depois da publicação, temos um prazo de 45 dias para o leilão”, disse o ministro.
Vencerá o leilão quem oferecer o maior valor pelos dos terminais, ou seja, quem pagar o maior lance acima do valor mínimo a ser estabelecido pelo governo. As empresas poderão concorrer nos três processos, mas cada consórcio só poderá levar uma concessão. "Os aeroportos não poderão ser do mesmo dono.
Queremos garantir a concorrência", explicou o diretor-presidente da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), Marcelo Guaranis. Grupos estrangeiros poderão participar dos certames, desde que associados a empresas brasileiras.
Juntos, os aeroportos de Brasília, Viracopos e Guarulhos operam 30% dos passageiros, 57% das cargas e 19% das aeronaves do sistema brasileiro.
O prazo de cada concessão e o preço mínimo para o leilão dos três aeroportos só serão divulgados na segunda semana de outubro, de acordo com o ministro da Secretaria Nacional de Aviação Civil, Wagner Bittencourt. “Vai ser alguma coisa entre 20 e 30 anos”, adiantou o ministro. A data do leilão, que estava marcada para 22 de dezembro, pode mudar. “Nossa ideia é publicar o edital final em novembro. Depois da publicação, temos um prazo de 45 dias para o leilão”, disse o ministro.
Vencerá o leilão quem oferecer o maior valor pelos dos terminais, ou seja, quem pagar o maior lance acima do valor mínimo a ser estabelecido pelo governo. As empresas poderão concorrer nos três processos, mas cada consórcio só poderá levar uma concessão. "Os aeroportos não poderão ser do mesmo dono.
Queremos garantir a concorrência", explicou o diretor-presidente da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), Marcelo Guaranis. Grupos estrangeiros poderão participar dos certames, desde que associados a empresas brasileiras.
Juntos, os aeroportos de Brasília, Viracopos e Guarulhos operam 30% dos passageiros, 57% das cargas e 19% das aeronaves do sistema brasileiro.
Portal MGR, 01 de Outubro de 2011
Por: Gilberto Silva - Informações: Blog do JP.
Por: Gilberto Silva - Informações: Blog do JP.





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