Apesar da retomada das atividades dos mais de 200 médicos de 16
especialidades que atendem pela Cooperativa dos Médicos do RN (Coopmed),
após a conclusão de acordos bem-sucedidos com o Governo do Estado, a
realidade não se aplica os demais profissionais da saúde e os
atendimentos na rede pública estadual continuam em risco. Sindicato dos
Médicos do RN (Sinmed), Sindicato dos Trabalhadores em Saúde do RN
(SindSaúde) e Sindicato dos Odontologistas do RN (Soern) permanecem em
greve e já planejam fortalecer o movimento de paralisação de atividades.
Entre as estratégias de impacto, está a intenção de transferir
atendimentos da rede estadual para a municipal a fim de mostrar à
sociedade e gestores que o RN está em greve.
Segundo o presidente do Sinmed, Geraldo Ferreira, a decisão de tomar medidas mais consistentes se deve à falta de posicionamento do governo. Os sindicatos estiveram em reunião com a governadora Rosalba Ciarlini no último dia 11, onde apresentaram suas reivindicações e propostas. A chefe do executivo estadual se comprometeu de dar os retorno aos sindicatos logo no início desta semana, o que não ocorreu e desagradou a classe. "Isso não pode ser protelado para sempre, é a população quem perde com isso", diz Geraldo Ferreira.
Os sindicatos estão atualmente aprofundando as discussões e fazendo um levantamento sobre a situação de todos os grandes hospitais estaduais da rede pública tendo como foco o grave desabastecimento das unidades, a falta de leitos de UTI e a precária qualidade dos materiais que têm chegados aos hospitais, que comprometem a segurança do procedimento e integridade do paciente assistido.
Enérgicas
Os três sindicatos, que vêm realizando atividades conjuntas de sensibilização da sociedade e poder público quanto à situação caótica da saúde pública, pretendem realizar marchas saindo dos maiores hospitais públicos rumo à delegacias e prestar boletins de ocorrência sobre o que vem sendo constatado nas unidades, como desabastecimento e longas filas de espera em macas, além de estudarem uma visita ao MPE "com fatos concretos", segundo Geraldo Ferreira, convocando o poder da Polícia e do Judiciário para que alguma medida seja tomada por parte dos gestores.
Outra estratégia estudada pelos grevistas é de passar a transferir pacientes que buscam atendimento na rede pública estadual de saúde para a rede municipal, apesar da também precária estrutura das unidades administradas pela Secretaria Municipal de Saúde (SMS). "Precisamos deixar claro que o estado está em greve. Se continuarmos atendendo todos os pacientes que chegam, a situação vai continuar se estendendo", diz o presidente do Sinmed.
Segundo a assessoria de imprensa do governo, o que foi discutido em reunião com os médicos foi um apelo da governadora Rosalba Ciarlini para que não houvesse greve e as atividades fossem retomadas. Contudo, foi solicitado à Secretaria Estadual de Saúde Pública (Sesap) um estudo administrativo sobre a situação para que eventuais soluções fossem apontadas.
A assessoria deimprensa da Sesap esclareceu que a secretaria está trabalhando junto a equipe econômica do governo para concluir o estudo sobre o impacto de aumento na folha de pagamento. "Assim, que concluído, nos próximos dias, esse estudo será apresentado a Governadora Rosalba Ciarlini. Em seguida, essa equipe econômica irá se reunir com o Sindicato dos Médicos para continuar as negociações".
Segundo o presidente do Sinmed, Geraldo Ferreira, a decisão de tomar medidas mais consistentes se deve à falta de posicionamento do governo. Os sindicatos estiveram em reunião com a governadora Rosalba Ciarlini no último dia 11, onde apresentaram suas reivindicações e propostas. A chefe do executivo estadual se comprometeu de dar os retorno aos sindicatos logo no início desta semana, o que não ocorreu e desagradou a classe. "Isso não pode ser protelado para sempre, é a população quem perde com isso", diz Geraldo Ferreira.
Os sindicatos estão atualmente aprofundando as discussões e fazendo um levantamento sobre a situação de todos os grandes hospitais estaduais da rede pública tendo como foco o grave desabastecimento das unidades, a falta de leitos de UTI e a precária qualidade dos materiais que têm chegados aos hospitais, que comprometem a segurança do procedimento e integridade do paciente assistido.
Enérgicas
Os três sindicatos, que vêm realizando atividades conjuntas de sensibilização da sociedade e poder público quanto à situação caótica da saúde pública, pretendem realizar marchas saindo dos maiores hospitais públicos rumo à delegacias e prestar boletins de ocorrência sobre o que vem sendo constatado nas unidades, como desabastecimento e longas filas de espera em macas, além de estudarem uma visita ao MPE "com fatos concretos", segundo Geraldo Ferreira, convocando o poder da Polícia e do Judiciário para que alguma medida seja tomada por parte dos gestores.
Outra estratégia estudada pelos grevistas é de passar a transferir pacientes que buscam atendimento na rede pública estadual de saúde para a rede municipal, apesar da também precária estrutura das unidades administradas pela Secretaria Municipal de Saúde (SMS). "Precisamos deixar claro que o estado está em greve. Se continuarmos atendendo todos os pacientes que chegam, a situação vai continuar se estendendo", diz o presidente do Sinmed.
Segundo a assessoria de imprensa do governo, o que foi discutido em reunião com os médicos foi um apelo da governadora Rosalba Ciarlini para que não houvesse greve e as atividades fossem retomadas. Contudo, foi solicitado à Secretaria Estadual de Saúde Pública (Sesap) um estudo administrativo sobre a situação para que eventuais soluções fossem apontadas.
A assessoria deimprensa da Sesap esclareceu que a secretaria está trabalhando junto a equipe econômica do governo para concluir o estudo sobre o impacto de aumento na folha de pagamento. "Assim, que concluído, nos próximos dias, esse estudo será apresentado a Governadora Rosalba Ciarlini. Em seguida, essa equipe econômica irá se reunir com o Sindicato dos Médicos para continuar as negociações".
Foto: Fábio Cortez/DN/D.A Press.
Portal MGR, 17 de Maio de 2012
Por: Gilberto Silva - Informações: Diário de Natal.
Por: Gilberto Silva - Informações: Diário de Natal.






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