A Secretaria de Estado da Saúde Pública
(Sesap), através da área técnica de vigilância da influenza e doenças
agudas respiratórias, confirmou nesta quinta-feira (26), a identificação
de mais um caso de H1N1 no Rio Grande do Norte. A criança, de oito anos
de idade, passa bem e já recebeu alta do hospital. O outro caso de
H1N1, que acabou resultando em óbito, foi confirmado no último dia 19 de
janeiro.
“Continuamos afirmando que não há motivos para caracterização de um surto no estado. Estamos vivendo um período pós-pandêmico, caracterizado pela redução das notificações e de casos confirmados, mas que exige a continuidade das atividades de vigilância epidemiológica, como o monitoramento de casos graves e eventos incomuns de doenças respiratórias agudas”, afirmou Stella Leal, responsável pela vigilância da influenza.
A Sesap orienta e solicita aos profissionais de saúde um maior empenho na notificação dos casos e na coleta dos exames, que é feita com material fornecido gratuitamente aos hospitais pelo Laboratório Central (Lacen). A principal medida para se evitar a transmissão do vírus é lavar frequentemente as mãos com água e sabão.
Desde 2009, trinta e dois hospitais em todo o estado estão preparados e capacitados para receber os casos da doença. Somente em Natal são 18 hospitais entre os da rede pública, privada e filantrópica que estão aptos a identificar os casos e tomar as providências necessárias.
Os sintomas da H1N1 geralmente são febre acima de 38°C, tosse, dor no corpo, dor de cabeça e de garganta. Nestes casos, a recomendação é procurar o serviço de saúde mais próximo. Os sinais de gravidade da doença são febre persistente e alta, além de dificuldade para respirar. Os hospitais referência em atendimento para os casos graves são o Giselda Trigueiro, para adultos e o Maria Alice Fernandes, para as crianças.
“Continuamos afirmando que não há motivos para caracterização de um surto no estado. Estamos vivendo um período pós-pandêmico, caracterizado pela redução das notificações e de casos confirmados, mas que exige a continuidade das atividades de vigilância epidemiológica, como o monitoramento de casos graves e eventos incomuns de doenças respiratórias agudas”, afirmou Stella Leal, responsável pela vigilância da influenza.
A Sesap orienta e solicita aos profissionais de saúde um maior empenho na notificação dos casos e na coleta dos exames, que é feita com material fornecido gratuitamente aos hospitais pelo Laboratório Central (Lacen). A principal medida para se evitar a transmissão do vírus é lavar frequentemente as mãos com água e sabão.
Desde 2009, trinta e dois hospitais em todo o estado estão preparados e capacitados para receber os casos da doença. Somente em Natal são 18 hospitais entre os da rede pública, privada e filantrópica que estão aptos a identificar os casos e tomar as providências necessárias.
Os sintomas da H1N1 geralmente são febre acima de 38°C, tosse, dor no corpo, dor de cabeça e de garganta. Nestes casos, a recomendação é procurar o serviço de saúde mais próximo. Os sinais de gravidade da doença são febre persistente e alta, além de dificuldade para respirar. Os hospitais referência em atendimento para os casos graves são o Giselda Trigueiro, para adultos e o Maria Alice Fernandes, para as crianças.
Portal MGR, 26 de Janeiro de 2012
Por: Gilberto Silva - Informações: Blog do JP.
Por: Gilberto Silva - Informações: Blog do JP.





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