Sem uso há mais de 20 anos, novo complexo é aposta para atrair investimentos.
Sem uso há mais de 20 anos, os primeiros oito armazéns do porto de
Santos darão lugar a um complexo de turismo e negócios que promete
transformar o Valongo na área mais valorizada da cidade do litoral sul. A
construção de terminal de cruzeiros no local, com área anexa para
restaurantes, lojas, hotéis e marina, é a aposta municipal para atrair
investimentos privados e mudar a cara da região para a Copa.
Na terça-feira, o projeto de revitalização começa a sair do papel,
com abertura das propostas para elaboração do projeto executivo do
"mergulhão" - passagem subterrânea que vai tirar caminhões da rua Xavier
da Silveira e abrir espaço à revitalização da área. A obra, avaliada em
R$ 370 milhões, será custeada pelo governo federal, por meio da 2.ª
fase do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento ).
A viabilidade do projeto, segundo o secretário de Assuntos
Portuários e Marítimos de Santos, Sérgio Aquino, depende diretamente da
reforma viária.
- Costumo dizer que sem mergulhão não há revitalização. Isso porque não temos como fazer a ligação entre o centro histórico e o Valongo sem tirar os caminhões de lá.
- Costumo dizer que sem mergulhão não há revitalização. Isso porque não temos como fazer a ligação entre o centro histórico e o Valongo sem tirar os caminhões de lá.
Pela proposta de intervenção, em fase final de estudo, o desvio do
tráfego pesado fará com que o trecho de 1,5 km da rua Xavier da
Silveira, entre a rua São Bento e a avenida Conselheiro Nébias, seja
transformado em uma espécie de esplanada só para a pedestres. Veículos
leves permanecerão em uma marginal paralela.
O principal acesso a esse complexo de equipamentos será oferecido
pela praça Barão de Rio Branco. Por ela, o turista terá passagem para o
bolsão de estacionamento do novo terminal de cruzeiros, que também
servirá à futura marina e à rede de serviços a ser instalada nos
armazéns que serão restaurados.
Segundo a arquiteta da prefeitura Yedda Cristina Moreira Sadocco, os
armazéns 1, 2 e 3 devem receber restaurantes, bares, lojas e ateliês de
arte.
- Eles serão reformados internamente, mas a casca deve permanecer a mesma, pelo valor histórico.
- Eles serão reformados internamente, mas a casca deve permanecer a mesma, pelo valor histórico.
É possível ainda que seja instalado um Museu de Arte Contemporânea
na área, para a formação de um corredor cultural no bairro. O Valongo
receberá também o Museu do Pelé, já em obras.
Portal MGR, 15 de Janeiro de 2012
Por: Gilberto Silva - Informações: Portal R7.
Por: Gilberto Silva - Informações: Portal R7.





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