A Folha de São Paulo publica nesta segunda-feira
(16), matéria onde mostra que passivo da década de 90 obriga governos a
programar despesa extra até 2016. Centro da polêmica que opõe
magistrados de São Paulo ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ),
benefícios atrasados desde os anos 90 e reivindicados por juízes e
promotores se tornaram um fardo nas contas de outros Estados e têm
obrigado governos a fazer manobras em seus Orçamentos.
Há casos em que nem foi calculado o tamanho das dívidas, nas quais incidem também juros e correção monetária. A Federação dos Servidores do Judiciário fala em "bilhões" de reais pendentes.
Há casos em que nem foi calculado o tamanho das dívidas, nas quais incidem também juros e correção monetária. A Federação dos Servidores do Judiciário fala em "bilhões" de reais pendentes.
No Ceará, o Ministério Público elaborou um cronograma para quitar
os atrasados até 2016. Conforme o planejamento, neste mês os promotores e
procuradores estão recebendo uma parcela que deveria ter sido incluída
no salário em agosto de 1995. Para arcar com a despesa extra, o governo
de Cid Gomes (PSB) abriu um "crédito especial" de R$ 10,3 milhões no
Orçamento em outubro passado.
Sem o adicional, os procuradores cearenses já ganhariam R$ 24,1 mil ao mês.O governo do Tocantins reservou R$ 13,6 milhões para cobrir os atrasados em 2012. Na Paraíba, um projeto na Assembleia remaneja R$ 4,8 milhões para pagar os benefícios. No Rio Grande do Norte, o governo deslocou R$ 600 mil para este fim em 2011.
Sem o adicional, os procuradores cearenses já ganhariam R$ 24,1 mil ao mês.O governo do Tocantins reservou R$ 13,6 milhões para cobrir os atrasados em 2012. Na Paraíba, um projeto na Assembleia remaneja R$ 4,8 milhões para pagar os benefícios. No Rio Grande do Norte, o governo deslocou R$ 600 mil para este fim em 2011.
Portal MGR, 16 de Janeiro de 2012
Por: Gilberto Silva - Informações: Blog do JP.
Por: Gilberto Silva - Informações: Blog do JP.





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