Das 54,7 mil vagas
previstas na proposta orçamentária que foi enviada ao Congresso
Nacional, somente 10,6 mil serão autorizadas, ou seja, um quinto do que
foi pedido. E, mesmo assim, depois de uma análise criteriosa sobre as
necessidades de cada órgão. A orientação é dar prioridade às áreas
consideradas estratégicas, como educação, saúde, segurança e de controle
e gestão. Ou às que são importantes para a execução das políticas de
governo, como o programa Brasil Maior, destinado a fortalecer a
indústria nacional.
O fato é que esse total de vagas autorizado nos novos concursos públicos de 2012 é inferior ao liberado para este ano, que somou 12,7 mil, segundo dados do Ministério do Planejamento. A proposta orçamentária para 2011 previa cerca de 25,3 mil, mas em março o governo anunciou um corte no orçamento de R$ 50 bilhões e suspendeu a maioria dos concursos. Inclusive algumas que já estavam programados. O objetivo foi conciliar as políticas fiscal e monetária, para ajudar na redução da taxa de juros.
Prioridade para cargos com formação superior
Desta vez, o governo se preocupa com crise internacional, que já produz efeitos na economia brasileira, como se observa na estagnação do Produto Interno Bruto (PIB). registrada no terceiro trimestre do ano. Por isso, a ordem da presidente Dilma Rousseff é manter a restrição aos concursos públicos, evitando, assim, aumento de despesas, sobretudo com pessoal. "Vigiai e orai" é a reza do Ministério do Planejamento, segundo um técnico.
A determinação vale também para as estatais, embora elas tenham caixa próprio e autonomia para ampliar seus quadros. O Departamento de Estatais (Dest) do Ministério do Planejamento foi orientado a não autorizar concurso público para essas empresas em 2012, sob o argumento de que elas já reforçaram suas equipes o suficiente ao longo do governo Lula.
O fato é que esse total de vagas autorizado nos novos concursos públicos de 2012 é inferior ao liberado para este ano, que somou 12,7 mil, segundo dados do Ministério do Planejamento. A proposta orçamentária para 2011 previa cerca de 25,3 mil, mas em março o governo anunciou um corte no orçamento de R$ 50 bilhões e suspendeu a maioria dos concursos. Inclusive algumas que já estavam programados. O objetivo foi conciliar as políticas fiscal e monetária, para ajudar na redução da taxa de juros.
Prioridade para cargos com formação superior
Desta vez, o governo se preocupa com crise internacional, que já produz efeitos na economia brasileira, como se observa na estagnação do Produto Interno Bruto (PIB). registrada no terceiro trimestre do ano. Por isso, a ordem da presidente Dilma Rousseff é manter a restrição aos concursos públicos, evitando, assim, aumento de despesas, sobretudo com pessoal. "Vigiai e orai" é a reza do Ministério do Planejamento, segundo um técnico.
A determinação vale também para as estatais, embora elas tenham caixa próprio e autonomia para ampliar seus quadros. O Departamento de Estatais (Dest) do Ministério do Planejamento foi orientado a não autorizar concurso público para essas empresas em 2012, sob o argumento de que elas já reforçaram suas equipes o suficiente ao longo do governo Lula.
Portal MGR, 19 de Dezembro de 2011
Por: Gilberto Silva - Informações: Blog do JP.
Por: Gilberto Silva - Informações: Blog do JP.





0 comentários:
Postar um comentário
Sua opinião é importante! Este espaço tem como objetivo dar a você leitor, oportunidade para que você possa expressar sua opiniões de forma correta e clara sobre o fato abordado nesta página.
Salientamos, que as opiniões expostas neste espaço, não necessariamente condizem com a opinião do PORTAL MGR.