presidente do Banco do Nordeste, Jurandir
Santiago, abordou em sua palestra, durante a Conferência Internacional
de Turismo, que se realiza em Fortaleza, alguns caminhos para o
fortalecimento do turismo na região nordeste. Ele começou ressaltando
que o desafio é grande.
“Imaginem que precisamos crescer cada vez mais. De 2002 a 2009 a hotelaria do Nordeste cresceu 28%, assim como a própria taxa média de crescimento da região deu grande salto quantitativo e qualitativo. Precisamos bater esses números nos próximos anos. Temos que trabalhar muito”.
Santiago ressalta que precisa haver um planejamento de longo prazo para o turismo do Nordeste, de uma forma global, e para cada Estado também, de uma forma peculiar e individualizada. Ainda segundo ele, desta vez o planejamento não pode ser pontual. “Temos que gerenciar o turismo do Nordeste como empresa”, observa.
Para o presidente do Banco do Nordeste, será fundamental a estruturação de grupos técnicos permanentes no âmbito do turismo, algo que os governos impedem sistematicamente. Daí, diz ele, a importância dos polos integrados, que recebem incentivos do Banco do Nordeste e conseguem, segundo ele, manter algumas políticas públicas, já que não mudam as metas a cada quatro anos, como na política.
Jurandir Santiago disse ainda em sua palestra que o Nordeste já detém 19,3% do fluxo turístico doméstico nacional, enquanto polo receptivo. Ele defende total incentivo ao turismo de eventos, assim como á segmentação que pode gerar nichos como o turismo religioso, o turismo rural e tantas outras subdivisões, que na opinião dele são decisivas para o turismo do Nordeste.
“Imaginem que precisamos crescer cada vez mais. De 2002 a 2009 a hotelaria do Nordeste cresceu 28%, assim como a própria taxa média de crescimento da região deu grande salto quantitativo e qualitativo. Precisamos bater esses números nos próximos anos. Temos que trabalhar muito”.
Santiago ressalta que precisa haver um planejamento de longo prazo para o turismo do Nordeste, de uma forma global, e para cada Estado também, de uma forma peculiar e individualizada. Ainda segundo ele, desta vez o planejamento não pode ser pontual. “Temos que gerenciar o turismo do Nordeste como empresa”, observa.
Para o presidente do Banco do Nordeste, será fundamental a estruturação de grupos técnicos permanentes no âmbito do turismo, algo que os governos impedem sistematicamente. Daí, diz ele, a importância dos polos integrados, que recebem incentivos do Banco do Nordeste e conseguem, segundo ele, manter algumas políticas públicas, já que não mudam as metas a cada quatro anos, como na política.
Jurandir Santiago disse ainda em sua palestra que o Nordeste já detém 19,3% do fluxo turístico doméstico nacional, enquanto polo receptivo. Ele defende total incentivo ao turismo de eventos, assim como á segmentação que pode gerar nichos como o turismo religioso, o turismo rural e tantas outras subdivisões, que na opinião dele são decisivas para o turismo do Nordeste.
Portal MGR, 30 de Novembro de 2011
Por: Gilberto Silva - Informações: Blog do JP.
Por: Gilberto Silva - Informações: Blog do JP.





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