O governo do Rio Grande do Norte tem investido
no apoio à pesquisa, ao longo dos anos, apenas o equivalente a dez por
cento do que tem investido os estados de Pernambuco, Ceará e Bahia.
Enquanto nos últimos três anos, esses estados direcionaram entre R$ 30 a
40 milhões, o Rio Grande do Norte só estimulou a pesquisa científica e
tecnológica com apenas R$ 3 milhões. Para se fazer umcomparitivo entre o
eixo Sul-Sudeste com o Nordeste, o estado de São Paulo direcionou, este
ano, em torno de R$ 1 bilhão.
Os dados foram apresentados ontem pela Fundação de Apoio à Pesquisa do Rio Grando Norte, por ocasião do I Congresso Fapern de Ciência, Tecnologia e Inovação que encerra hoje no campus central do IFRN.
Durante o congresso foram apresentados os resultados de 126 pesquisas apoiadas pela fundação em parceria com outros órgãos de fomento nos últimos anos. De acordo com a presidente da Fapern, Maria Bernardete Cordeiro de Sousa, o Rio Grande do Norte precisa de umvolume maior de recursos para que a fundação possa interagir com as secretarias e criar um marco estruturante com ferramentas tecnológicas dentro das políticas públicas de governo. "Infelizmente, os investimentos têm sido muito poucos no estado", diz.
Há três semanas, a Fapern elaborou um plano estadual de avanço em ciência e tecnologia para os próximos dez anos. Nesse plano, a interiorização da pesquisa tem merecido destaque. Bernardete Cordeiro aponta para um recente levantamento feito pela Fapern que identificou em torno de dois mil doutores concentrados praticamente em Natal, enquanto que a Ufersa tem 200 e a Uern tem 140. "Precisamos melhor distribuir esses números e interiorizar a produção de pesquisa para outros eixos importantes sejam estimulados", disse.
Os dados foram apresentados ontem pela Fundação de Apoio à Pesquisa do Rio Grando Norte, por ocasião do I Congresso Fapern de Ciência, Tecnologia e Inovação que encerra hoje no campus central do IFRN.
Durante o congresso foram apresentados os resultados de 126 pesquisas apoiadas pela fundação em parceria com outros órgãos de fomento nos últimos anos. De acordo com a presidente da Fapern, Maria Bernardete Cordeiro de Sousa, o Rio Grande do Norte precisa de umvolume maior de recursos para que a fundação possa interagir com as secretarias e criar um marco estruturante com ferramentas tecnológicas dentro das políticas públicas de governo. "Infelizmente, os investimentos têm sido muito poucos no estado", diz.
Há três semanas, a Fapern elaborou um plano estadual de avanço em ciência e tecnologia para os próximos dez anos. Nesse plano, a interiorização da pesquisa tem merecido destaque. Bernardete Cordeiro aponta para um recente levantamento feito pela Fapern que identificou em torno de dois mil doutores concentrados praticamente em Natal, enquanto que a Ufersa tem 200 e a Uern tem 140. "Precisamos melhor distribuir esses números e interiorizar a produção de pesquisa para outros eixos importantes sejam estimulados", disse.
Portal MGR, 05 de Outubro de 2011
Por: Gilberto Silva - Informações: Blog do JP.
Por: Gilberto Silva - Informações: Blog do JP.





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