Um militar reformado da Marinha, identificado como Valdemir Joaquim Santana, 74 anos, foi detido pela polícia, na noite do último domingo, acusado de ter atirado acidentalmente contra o próprio filho, Valdemir Júnior, 44. Segundo o delegado Marcel Gouveia, da delegacia de plantão da Zona Sul, o fato ocorreu no condomínio Alto do Juruá, onde mora o acusado, na Rua Desembargador Dionísio Filgueira, em Petrópolis. Em depoimento à polícia, o militar alegou que a recepção não informou da chegada do filho e achou estranho a campanhia tocar sem ninguém ter sido anunciado. A vítima foi atingida no abdome, foi socorrida e recupera-se bem, sem risco de morte.
De acordo com o tenente PM Gotardo Gonçalves, oficial do 1º batalhão PM da Zona Leste, Valdemir Santana diz que sempre é avisado pela portaria de seu prédio, quando alguém sobe até seu apartamento. Na noite do domingo, os porteiros não teriam realizado este serviço de praxe, e quem subia era Valdemir Júnior, seu filho. Ohomem conta que a visita insistiu na campainha e ele resolveu atender à porta carregando sua arma, um revólver calibre 38. Para o delegado Marcel Gouveia, o acusado contou que, ao abrir a porta, houve um disparo acidental. "Ele disse que a arma caiu no chão no momento e o revólver acabou atirando".
O disparo atingiu o abdome de Valdemir, que foi socorrido pela própria família e levado a um hospital particular. Ele passou por cirirgia, mas, de acordo com o tenente Gonçalves, já passa bem e continua na unidade hospitalar apenas sob observação.
Depois do incidente, a polícia foi acionada e o próprio militar resolveu ir à DP de plantão prestar esclarecimentos. Mesmo tendo Valdemir Santana apresentado uma versão de acidente, Marcel Gouveia resolveu autuá-lo em flagrante pelo crime de tentativa de homicídio. "Como não pude ouvir a vítima ou qualquer testemunha que comprovasse essa versão ou alguma coisa contraditória, resolvi tomar essa decisão. Isso porque, na regra, em caso de dúvida, devemos optar pela acusaçãomais grave. No entanto, com o desenrolar das investigações, isso pode ser mudado". Valdemir Santana foi encaminhado para a Base dos Fuzileiros Navais, nas Quintas, onde permanece detido.
A equipe do DN foi ao condomínio onde mora o acusado, para tentar esclarecer o fato junto à família dos envolvidos, durante a manhã de ontem. No entando, foi informada pela recepção do prédio que não havia autorização para a equipe entrar no local.
De acordo com o tenente PM Gotardo Gonçalves, oficial do 1º batalhão PM da Zona Leste, Valdemir Santana diz que sempre é avisado pela portaria de seu prédio, quando alguém sobe até seu apartamento. Na noite do domingo, os porteiros não teriam realizado este serviço de praxe, e quem subia era Valdemir Júnior, seu filho. Ohomem conta que a visita insistiu na campainha e ele resolveu atender à porta carregando sua arma, um revólver calibre 38. Para o delegado Marcel Gouveia, o acusado contou que, ao abrir a porta, houve um disparo acidental. "Ele disse que a arma caiu no chão no momento e o revólver acabou atirando".
O disparo atingiu o abdome de Valdemir, que foi socorrido pela própria família e levado a um hospital particular. Ele passou por cirirgia, mas, de acordo com o tenente Gonçalves, já passa bem e continua na unidade hospitalar apenas sob observação.
Depois do incidente, a polícia foi acionada e o próprio militar resolveu ir à DP de plantão prestar esclarecimentos. Mesmo tendo Valdemir Santana apresentado uma versão de acidente, Marcel Gouveia resolveu autuá-lo em flagrante pelo crime de tentativa de homicídio. "Como não pude ouvir a vítima ou qualquer testemunha que comprovasse essa versão ou alguma coisa contraditória, resolvi tomar essa decisão. Isso porque, na regra, em caso de dúvida, devemos optar pela acusaçãomais grave. No entanto, com o desenrolar das investigações, isso pode ser mudado". Valdemir Santana foi encaminhado para a Base dos Fuzileiros Navais, nas Quintas, onde permanece detido.
A equipe do DN foi ao condomínio onde mora o acusado, para tentar esclarecer o fato junto à família dos envolvidos, durante a manhã de ontem. No entando, foi informada pela recepção do prédio que não havia autorização para a equipe entrar no local.
FONTE: ::DIÁRIO DE NATAL::





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