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quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Dilma confirma mais 10 ministros

Brasília (AE) - De uma vez só a presidenta eleita, Dilma Rousseff, anunciou ontem o convite a dez novos integrantes de seu ministério. Entre eles, os cinco apadrinhados pelo PMDB, o do PR, três nomes do PT, sendo duas mulheres, e uma sem filiação partidária, a jornalista Helena Chagas, futura ministra da Comunicação Social de Governo.

wilson dias/abrPresidenta eleita, Dilma Rousseff, ainda não definiu o espaço que caberá ao Partido Socialista Brasileiro no novo governoPresidenta eleita, Dilma Rousseff, ainda não definiu o espaço que caberá ao Partido Socialista Brasileiro no novo governo
São estes os ministros confirmados ontem à noite por Dilma, por intermédio de nota oficial: Maria do Rosário (PT), para a Secretaria de Direitos Humanos, o atual ministro do Planejamento, Paulo Bernardo (PT), que será ministro das Comunicações, o senador Garibaldi Alves (PMDB-RN)) para o Ministério da Previdência, senador Edison Lobão (PMDB-MA), que retornará ao Ministério de Minas e Energia, deputado Pedro Novais (PMDB-MA), para o Ministério do Turismo, Wagner Rossi (PMDB-SP), que permanecerá à frente da Agricultura, senador Alfredo Nascimento (PR), que voltará ao comando do Ministério dos Transportes, ex-governador Moreira Franco (PMDB-RJ), na chefia da Secretaria de Assuntos Estratégicos e a senadora Ideli Salvatti (PT-SC), que assumirá o Ministério da Pesca.

A decisão da presidenta eleita em priorizar as negociações com o PMDB, PT e até mesmo aliados menores na composição de seu ministério abriu uma crise com o PSB. O presidente nacional do partido e governador de Pernambuco, Eduardo Campos, não conseguiu bater o martelo sobre o espaço do partido no futuro governo. Depois de eleger seis governadores e ampliar sua bancada na Câmara de 27 para 34 deputados, os socialistas reivindicam três ministérios no governo Dilma Rousseff. Campos, que ficou dois dias em Brasília, voltou ontem para Pernambuco sem conseguir se reunir com a presidenta eleita para acertar o espaço do PSB na Esplanada.

Atualmente, o PSB detém duas pastas: Ciência e Tecnologia e Portos. Nas negociações com a presidenta eleita, a cúpula do partido pleiteou um ministério com mais capilaridade. Foi prometida a pasta da Integração Nacional. O nome apresentado foi o do ex-prefeito de Petrolina Fernando Bezerra Coelho. A secretaria de Portos também deverá continuar nas mãos do PSB. O candidato é o deputado Marcio França (SP).

Para acomodar o presidente nacional do PT, José Eduardo Dutra, no Senado, a presidenta eleita deverá nomear o senador Antonio Carlos Valadares (PSB-SE) para o ministério. Dutra é suplente de Valadares e assumirá uma cadeira no Senado. “Estou à disposição se eu for convocado para uma função que tenha harmonia com o meu trabalho e eu possa servir ao Nordeste”, afirmou ontem Valadares. Ele disse que não foi convidado para assumir nenhuma pasta até agora. Mas admitiu que foi sondado para eventualmente comandar o Ministério da Micro e Pequena Empresa, que será criado por Dilma Rousseff. “Não cai bem ir para esse Ministério. A opinião pública pode entender que esse ministério será criado apenas para fazer uma acomodação política”, observou.

Governo pode ter Secretaria de Aviação Civil

Brasília (AE) - O ministro da Defesa, Nelson Jobim, declarou que recebeu e aceitou o convite da presidenta eleita, Dilma Rousseff, para permanecer à frente do Ministério da Defesa “Tem certas coisas que você não pode deixar de aceitar”, disse. “Tem algumas coisas que você não deve ser candidato, mas também não deve recusar se convidado for, que era o caso do STF”, completou.

Sobre a saída dos órgãos de aviação civil da estrutura do Ministério da Defesa, Jobim esclareceu que a presidenta eleita, Dilma Rousseff, está examinando a hipótese de criar uma secretaria especial para a aviação civil. “Uma coisa está aceita: é a ideia nossa que isso sairia do Ministério da Defesa”, afirmou.

Questionado se o anúncio da nova secretaria seria de imediato, ele explicou que o assunto está com a presidenta Dilma e que normalmente mudanças são feitas no início do mandato, quando é encaminhada a Medida Provisória que define a estrutura de governo. “Mas isso depende dela”, disse ele, ao defender a necessidade de reestruturação do setor, lembrando que, sempre que participa de reuniões internacionais que envolvem setores da aviação civil, enfrenta dificuldades de discutir o tema por ser o ministro da Defesa. “Nunca era o ministro da Defesa o representante da aviação civil ou algo ligado à área militar”, completou ele, ao ressaltar a necessidade de um órgão específico para a área.

Sobre a escolha dos comandantes das três Forças Armadas, Jobim informou que a presidenta eleita disse que esse assunto “especificamente” deve ser discutido mais tarde. “Ela disse que deveríamos conversar depois e discutir especificamente esse assunto”, afirmou Jobim sem precisar quando seria esse depois, alegando que ela fixará essa data. Ele disse acreditar, no entanto, que isso ocorrerá nos próximos dias, antes do dia 20. Segundo Jobim, na conversa preliminar, se falou nas possibilidades de permanência, de renovação total, ou renovação parcial dos cargos.

FONTE: TRIBUNA DO NORTE

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